A fibromialgia provoca dores intensas por todo o corpo, cansaço, sono ruim e crises emocionais.
Hoje, o INSS já reconhece que essa condição pode deixar a pessoa totalmente incapaz de trabalhar, desde que comprovado com laudos médicos e histórico de tratamento, permitindo acesso ao auxílio-doença e, em casos mais graves, à aposentadoria por invalidez.
Novidade importante: recentemente, a fibromialgia foi considerada como deficiência, o que representa um avanço significativo no reconhecimento dos direitos das pessoas que convivem com esta condição. Esta decisão facilita o acesso a benefícios e proteções legais específicas.
Além da fibromialgia, outras condições passaram a ser aceitas nos últimos anos, como:
– Síndrome de Burnout (esgotamento profissional);
– Depressão grave ou pânico;
– Lúpus, doenças autoimunes e síndromes incapacitantes.
O segurado precisa fazer perícia médica e apresentar: laudos com CID, exames, receitas, atestados de afastamento, prontuário, relatórios psicológicos e comprovação de contribuições ao INSS.
A incapacidade deve ser provada, não basta o diagnóstico. Por isso, acompanhamento médico contínuo e documentação organizada aumentam consideravelmente as chances de deferimento.
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